Opinião

Vikings: de série histórica a série imprescindível

Nos últimos tempos tenho vivido -quanto a televisão refere-se- num mundo Marvel quase constante. Marvel Agents of SHIELD (da que já falei faz um tempo paulomirpuri.wordpress.com/marvelagentsofshield), Agent Carter ou Daredevil são três séries que me estão entreteniendo muito mas entre elas se coló de maneira inesperada uma série que pouco ou nada tem que ver com este universo Marvel: Vikings.

Vikings

Vikings

Vikings é uma série do canal History ambientada no mundo dos vikingos nórdicos e que tratava de ser um fiel reflexo desta cultura. O pretendido enfoque didáctico mantém-se ao longo das três temporadas já emitidas mas o peso de seu trama e a espectaculosidade a nível visual cresce na cada capítulo. Assim, qualquer que como eu se acerque a esta série com a ideia de conhecer mais em profundidade parte da cultura nórdica se vai encontrar uma produção enorme, uma história muito boa e uma partilha de actores com um nível médio muito elevado.

O argumento baseia-se na lendas do vikingo Ragnar Lodbrok, um dos mais famosos heróis nórdicos que chegou a saquear Grã-Bretanha e França. Lodbrok apresenta-se-nos como um guerreiro adiantado a seu tempo, curioso, inovador, ambicioso e rebelde.

Este guerreiro desafia ao chefe tribal de sua comunidade e decide iniciar uma aventura em territórios desconhecidos viajando ao oeste em lugar da o este como sempre faziam os vikingos. Em sua explorações descobre Grã-Bretanha (e posteriormente alguém lhe fala sobre Paris…) onde trata de criar novos assentamentos procurando o bem-estar de sua gente.

A história de Lodbrok compõe-se de diversos acontecimentos onde a épica e as relações humanas: familiares com suas esposas, irmão e filhos bem como sociais bem como com sua habilidade para negociar com os homens mais poderosos dos reinos cristãos.

A evolução da série

Os primeiros capítulos têm um marcado carácter educativo. Permitem-nos aprender muito sobre uma pouco conhecida cultura nórdica e apresenta-nos como viviam os vikingos: seus costumes sociais, suas crenças…Todo isso enquadrado numa produção de alto nível visual e combinado com muitas acção de sangue (e sexo ainda que este não tem tanto peso como em outras séries históricas como Roma ou Spartacus nem muito menos). Mas à medida que avança a trama e sucedem-se os capítulos e as temporadas, esta intenção didáctica se diluye a cada vez mais em enormes batalhas e sequências de acção.

A ambientación, o aspecto visual e as grandes “coreografas” nos combates -especialmente em luta-las corpo a corpo- convertem a Vikings num produto de entretenimento altamente recomendável.

Também gostaria de destacar ao elenco de actores. Travis Fimmel (Ragnar Lodbrok), a guapa Katheryn Winnick (Lagertha) e Clive Standen (Rollo) são três das personagens que mais peso assumem na história e o conseguem fazer com grandes interpretações e conseguindo que suas personagens atinjam importantes quotas de carisma.

A combinação de todos seus elementos consegue um produto final muito redondo e muito conseguido. Para mim tem sido uma das grandes surpresas e tem conseguido que (por um tempo) estacionei a grandes superhéroes de bandas desenhadas e me centre na história destes vikingos.

UFC / MMA: meu novo vicicio

Normalmente, eu uso este blog para discutir a séries ou filmes que vejo, mas eu não posso resistir a falar de um dos passatempos para passar mais tempo ultimamente: as lutas de UFC / MMA. Entre assistir a transmissões combate fins de semana e playoffs da NBA, com certeza, enquanto eu vejo muito pouco TV.

Eu sempre me senti atraído por artes marciais e esportes de contato: Judo, Taekwondo … mas tem sido nos últimos meses, quando eu comecei a seguir a uma concorrência mais intensa. E enquanto nós confessamos, confesso que muitos culpa recai sobre os lutadores como Connor McGreggor, José Aldo, Chris Weidman, Ronda Rousey, Miesha Tate, Joanna Jedrzejczyk ou Paige Van Zant.

Fiquei muito surpreso e agradavelmente o nível das meninas.Ronda Rousey -medallista  olímpica de judo- é incrível no ringue. Como nove seus apertos e chaves … Muito bom. Normal para ser tão popular e procurado: prêmios de esportes, aparições em filmes de Hollywood (Os Mercenários)…

As meninas lutar muito bem e, porque não dizer, são muito atraentes … Há mais para ver uma fotografia de Van Zant, Gina Carano ou Tate. (Mais em meu blog: paulomirpuri.webnode.pt/news/as-meninas-tambem-sabe-lutar/).

Frivolidade lado, este tipo de luta parece muito mais atraente para assistir boxe, por exemplo. Para alguém como eu, que por muitos anos praticado judô e outras artes marciais, lutando ver onde eles combinam tantos estilos é muito bom. O formato dos combates, com apenas três rodadas de cinco minutos de duração, também contribui para as lutas se tornar mais atraente e dinâmica como os lutadores têm pouco tempo para provar seu talento e ganhar.

Portanto, eu estou me engajando ver lutas no UFC eu já estou pensando em encontrar um ginásio onde você pode treinar…

UFC Site Oficial: http://www.ufc.com

Jogos que acordam muito hype (Actualização)

[Actualização]

Batman Arkham Knight“All who follow you”

Os garotos de Warner têm libertado um novo tráiler de Batman Arkham Knight. Um vídeo tão espectacular que me vi obrigado a actualizar esta entrada e o compartilhar.

[Notícia original ]

Desde muito pequeñito tenho sido aficionado aos videojuegos e apesar do passo dos anos, esta actividade é uma das mais recorrentes em meu tempo livre.

Ainda que ultimamente não tenho muito tempo para jogar e tenho um pouco abandonado este hobby em favor das séries ou a leitura (As leituras do Paulo Mirpuri), me presentearam uma PlayStation 4 de Sony e minha paixão se está a revigorar.

Certamente, eu estava disposto a me comprar um bom PC para jogar. Seu maior poder gráfico e os preços dos jogos são dois pontos muito a ter em conta a favor desta plataforma mas com minha nova e flamante PS4 estou mais que contente.

Ademais, já tenho em meu ponto de olha três jogos com os que começar a lhe dar cana a este hardware de Sony: Battlefield: Hardline, Bloodborne e Batman Arkham Knight.

Como digo, ultimamente não tenho tido muito tempo de jogar mas sim que sigo com atenção as novidades deste sector. Youtube e alguns podcast são muito recomendáveis tanto para divertir-se um momento como para se manter informado sobre os novos jogos.

Ao novo Battlefield tenho-lhe muitas vontades. Desfrutei muito com Battlefiled 3 e ainda que sei que a última entrega não tem saído muito bem, eu não me sento condicionado por isso já que não tinha consola onde a jogar.

Aos títulos que sim que joguei e muito, foram Demon’s Souls e os dois Dark Souls de modo que este Bloodborne é compra obrigatória. Encanta-me o estilo de From Software e a estética e jugabilidad que propõem. Para mim, este jogo é um dos mais esperados em muito tempo.

E depois esta Batman. Meu superhéroe favorito. A saga Arkham tem posto a esta personagem onde se merece e não tem nada que invejar à trilogía para o cinema de Nolan. Ademais, tenho a esperança de que o Joker faça acto de presença neste jogo. Seria a guinda perfeita já que, como todo mundo que me conhece sabe, (e senão só tem que jogar a meus perfis sociais), o Joker é meu villano fetiche.

Battlefield: Hardline

Bloodborne

Batman: Arkham Knight

Visita meu canal para ver mais vídeos: Paulo Mirpuri em YouTube ou paulomirpuri.livejournal.com

Black Mirror: uma série de televisão que nos leva ao limite

Black Mirror é uma série diferente por estrutura e concepção.

¿De que vai esta série?

pauloMirpuri_BlackMirror

Black Mirror é uma reelaboración contemporânea britânica de The Twilight Zone com histórias que aproveitam o mal-estar colectivo de nosso mundo moderno.

A cada temporada (estamos na terça) divide-se em três capítulos a cada um com uma história e argumento totalmente diferente e sem nenhum tipo de união entre eles. Bom sim, existe um nexo entre a cada história: a intenção de provocar e retratar uma sociedade dormida e rendida à tecnologia.

Charlie Brooker é o criador desta miniserie que, sem dúvida, consegue o objectivo marcado: impactar ao espectador mostrando a influência que pode chegar a ter numa sociedade a cada vez menos crítica o uso incontrolado das novas tecnologias.

A mim, pessoalmente, Black Mirror me surpreendeu e sento que a cada capítulo mais que uns minutos de televisão (entre 45 e 60 minutos dura a cada capítulo) é como um puñetazo à cara. As histórias contadas são muito fortes e, sem dúvida, conseguem que o espectador se meta de cheio nela e fomenta o debate interno com um mesmo (o con quien se vea cada capítulo).

A modo de episódio, vou contar o argumento (olho, só o argumento sem nenhum spoiler) do primeiro capítulo que, sem dúvida, é um dos mais fortes das duas primeiras temporadas.

Um telefonema de telefone acorda ao premiê britânico: a princesa Susannahh, a integrante mais popular da Família Real, tem sido sequestrada.  Os sequestradores advertem num vídeo pendurado em Youtube que a princesa só será libertada se o premiê acede a manter relações sexuais numa emissão televisiva ao vivo com um porco.

O resto do capítulo mostra a reacção tanto do governo como dos cidadãos ante esta situação limite.

Dificilmente, uma história deste tipo pode deixar indiferente a ninguém. E aí precisamente reside o encanto de Black Mirror: faz-te pensar “¿que faria eu se estivesse aí?”.

Esta série não é apta para pessoas sensíveis mas se és dos que procura algo que lhe faça pensar ou uma série que rompa com todos os esquemas e preconceitos que possas ter, não o duvides, vais desfrutar muito a cada uma das histórias que se nos conta nesta distópica Black Mirror.

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D

Aprovechando las mini(mini) vacaciones navideñas decidí tirar de lista de series pendientes y me decidí por Marvel’s Agents of  SHIELD.

Cualquier que me conozca un poquito sabe de mi aficción a los superhéroes. En este mismo blog ya he hablado en varias ocasiones de Gotham y mis fotos de perfil en redes sociales como facebook.com/paulomirpuri o googleplus/paulomirpuri me delatan (ahí metí mi cuñita de autopublicidad). El universo de Batman es lo que más me tira pero he crecido entre cómics de SpiderMan y X-Men con lo cual mi afinidad por Marvel (acrecentada tras la película de Los Vengadores) es mucha. Mi infancia no la concibo sin un cómic en las manos.

El caso es que con estos antecedentes mi elección ha sido la más lógica: Marvel’s Agents of SHIELD. Una serie que amplia el universo de Los Vengadores y que cuenta con el director de la película, Joss Whedon, como cocreador de la misma con su hermano Ted Whedon y Maurissa Tancharoen.

Agents of S.H.I.E.L.D

Tengo que decir que solo he visto los tres primeros capítulos por lo que en este post aún no me voy a adelantar a emitir una valoración de esta serie aunque no me da muy buena espina. La puesta en escena en estos primeros episodios se ha pretendido hacer muy espectacular, con mucha acción para atraer al público desde el minuto 0 pero cuenta con un hándicap enorme: la falta total y absoluta de carisma de los personajes. Repito, solo he visto los tres primeros episodios, pero me temo que va a ser una serie de “quiero y no puedo” precisamente por un problema de reparto.

Sí, el regreso del Agente Phil Coulson (Clark Gregg) es una baza muy potente pero su equipo no parece a la altura. Y eso que cuenta con un personaje como Maria Hill interpretada por la guapísima Cobie Smulders de Cómo conocí a vuestra madre que aporta belleza estética y poco más. El resto de reparto principal con los actores Chloe Bennet, Ming-na Wen, Brett Dalton, Iain De Caestecker y Elizabeth Henstridge me ha dejado más frío que un témpano.

Soy muy cabezón y quiero que esta serie me guste por el cariño que tengo por Marvel así que seguiré viendo algunos episodios más pero ya digo que el comienzo ha sido un auténtico jarro de agua fría. Seguiré informando…

Lo que más me ha gustado de 2014: Homeland (temporada 4)

Si mi gran decepción del año ha sido Gotham por las grandes expectativas que tenía en la serie (aquí puedes leer la justificación) justo en el polo opuesto tengo que colocar la temporada 4 de Homeland. Para mí, con episodios a la altura de los mejores ya vistos en esta serie.

Recuerdo que mi actitud antes de ver los primeros episodios de esta temporada de Homeland no era la mejor. Tras el final de la tercera temporada era de los que pensaba que se debía acabar la serie. No veía ningún motivo para seguir adelante con el proyecto tal y como acaba la citada temporada. Pero , ¡ay amigo! ¡qué equivocado estaba!

Homeland temporada 4

La cuarta temporada es “puro Homeland” casi todos los episodios (solo me falta ver el que pone fin a la temporada) tienen algo que hace que sea necesario verlos y a partir del capítulo 7-8 todo se precipita llegando a capítulos donde la tensión te mantiene en vilo durante muchos minutos.

Con el trasfondo de los problemas personales de Carrie que alcanzan niveles muy locos al no aceptar a su bebé (fruto de su relación con Brody) la trama principal nos traslada a Pakistán donde la CIA quiere dar caza a uno de los terroristas más buscados del planeta.

Una trama repleta de traiciones, mentiras, tensión, politiqueo y momentos de mucha acción.

Si todavía no habéis llegado al último cuarto de la temporada, de los capítulos 9 en adelante, os recomiendo que esperéis hasta poder verlos todos del tirón. Al menos, yo así lo haría así de haber sabido lo que ocurre durante esos episodios.

Tras ver los tres primeros episodios en este mismo blog le dediqué un post al inicio de la temporada donde ya apuntaba a que me estaba gustando. En esta opinión escribí una frase que dice:

“Tal vez, nunca alcanzará las magistrales cotas de thriller psicológico de su primera etapa pero como mero producto de entretenimiento, sus primeros tres capítulos a mi me están convenciendo de que Homeland puede volver a remontar y volar alto.”

Ahora me reafirmo totalmente en lo dicho. Si, por momentos esta cuarta temporada no alcanza la brillantez de los primeros tiempos de Homeland, no creo que se quede muy lejos de ellos.

Además, la serie mantiene unos altísimos valores de producción que disimulan cualquier pequeño fallo. Una producción que unida a un buen guión redondean una temporada muy buena.

Solo espero que el último episodio de la temporada no me haga tragarme todas estas palabras…todos sabemos que un final mal puede estropear la percepción general sobre el producto aunque, aún en ese caso, el camino habría sido tan bonito que merece la pena de pagar el peaje. Esto, poniéndose en el peor de los casos, unos malos augurios que no tienen por qué cumplirse.

Mi decepción de 2014: Gotham

Hace más o menos un mes empecé a ver Gotham. En este mismo blog comenté lo que esperaba y lo que no quería encontrarme en esta serie (aquí tienes el enlace al post al que me refiero) y la ilusión que me hacía poder ver una serie basada en el universo de Batman.

Pues bien, tras ver los 10 primeros episodios tengo que reconocer que se ha convertido en una de mis decepciones del año. Tal vez la mayor por la ilusión y las esperanzas que tenía de encontrarme una producción de altura. Y creedme, me duele mucho tener que admitir que Gotham no es tan buena serie como esperaba. Todos los que me conocen saben de mi afición al universo Batman aunque tal vez, por ello, mi visión sobre cualquier producto inspirado en el mismo esté distorsionada.

Dado el gran sabor de boca que me ha dejado tanto la trilogía del Caballero Oscuro de Nolan como los videojuegos producidos por Warner Bros (benditos sean los chicos de Rocksteady por los Batman Arkham), espera una serie al mismo nivel que estos. Algo que ya de partida parecía un reto demasiado grande y que, como era de esperar, no se ha conseguido.

Siendo objetivos, a nivel de producción y visual no se puede reprochar nada. En este aspecto, Gotham se muestra como un producto de calidad pero yo no busco la serie con la mejor realización ni con los valores de producción más altos, lo que yo pedía de esta Gotham era que me contarán una buena historia y que me sedujeran sus personajes pero nada más lejos de la realidad. Los protagonistas carecen de todo carisma (quién me iba a decir a mí que pensaría esto de los protagonistas de Batman…) y el guión me sabe a poco. Realmente, en conjunto, Gotham es una serie que encuentro demasiado sosa, aburrida a ratos, incluso.

Gotham, la serie

Posiblemente, parte de la culpa sea mía y de mis altas expectativas previas pero creo que objetivamente, esta serie no cumple con lo que prometía. Y sí, tiene cosas buenas. La ambientación de la ciudad y la estética en general luce muy bien pero los defectos (falta de carisma, guión poco atractivo) son demasiado grandes y hacen de agujero negro acabando con cualquier rayito de luz de la serie.

Creo que, por inercia seguiré viendo la temporada hasta el final pero ya veremos si a la siguiente temporada le doy una oportunidad o dejo que muera aquí mi relación con Gotham. Realmente lo que se merece es que no pierda un minuto más con ella pero no sé, creo que en el fondo tengo la remota esperanza de que sea capaz de remontar…o que aparezca el Joker y me tenga que comer todas estas malas palabras que le estoy dedicando.

Como prometí en mi anterior post que dediqué a esta serie, trataría de dar mi visión y mi opinión para que quienes pudieran estar interesados en ver Gotham tuvieran una opinión más para valorar. Pues bien, mi consejo es que si tienes alguna otra serie en tu lista de pendientes, valores cualquier otra opción. Ahora, si te llama mucho la atención esta Gotham y no te ilusiona nada más…pero advertido quedas.