Autor: paulomirpuri

E daí ¿ponho-me hoje?

A todos nos passou o deter adiante de nosso armário de roupa e nos perguntar algo bem como  “¿que me ponho hoje? “ ou “não tenho nada que me pôr”. E todo apesar de estar a olhar um montão de roupa. Quiçá inclusive sem estrear.

Eu reconheço que sou muito obsesivo e meticuloso à hora de eleger minha roupa e como combinar a cada prenda de modo que, com frequência, me fazia essa pergunta. E digo, fazia-me, porque desde faz tempo encontrei algumas fontes de inspiração que me ajudam e muito nesta tarefa.

Blogs de moda

Os blogs de moda supõem uma autêntica fábrica de ideias à hora de conhecer as novas tendências, saber que deveríamos comprar e como combinar nossas prendas para estar à altura em toda a situação.

Acho que, em boa medida, estes lugares site têm vindo a substituir e substituir às tradicionais revistas em papel. Vários são os motivos para isso: são grátis, imediatos e podes aceder a eles em qualquer momento e em qualquer lugar.

Ademais, junto a muitos jornalistas ou especialistas em moda, muita gente normal compartilha suas experiências e isto é realmente útil. Saber que a roupa que estás a ver está a teu alcance porque em muitas ocasiões se trata de prendas de lojas que todos conhecemos e ver como as combinam outras pessoas resulta muito útil.

style_paulomirpuri

Meu afición por este tipo de blogs é tão grande que em paulomirpuri.blogs.sapo.pt tenho iniciado uma série de artigos sobre alguns de meus lugares site sobre moda masculina favoritos. Nestes artigos já tenho comentado blogs como Street Etiquette ou Style Girlfriend, dois sitos imperdibles.

Redes sociais: Instagram e Pinterest

Além destes blogs, redes sociais como Instagram e Pinterest se converteram em outras duas fontes de inspiração importantíssimas para mim. Ambas redes sociais destacam por seu tremendo potencial visual e pelo intensivo uso que marcas e assinaturas de relacionadas com a moda estão a fazer delas.

Em ambas redes sociais é muito singelo encontrar “influencers” ou marcas às que seguir e das que encontrar muitas ideias úteis para não ter que voltar a deter adiante de nosso armário e nos perguntar “¿que me ponho hoje?”.

Eu não sou um desses grandes influencers (ainda) mas seguro que em meu perfil de Instagram (instagram.com/paulomirpuri) e de Pinterest (pinterest.com/paulomirpuri) podes encontrar propostas interessantes.

Anuncios

HBO confirma uma série sobre Watchmen

HBO tem confirmado um novo e ilusionante projecto para todas aquelas pessoas fãs das bandas desenhadas clássicas. Trata-se de uma série sobre Watchmen.

HBO e Watchmen: algo bom está no forno

O canal de televisão estadounidense é toda uma garantia de qualidade. Alguns projectos como Game of Thrones, Boardwalk Empire ou The Sopranos são três claros exemplos disso. Para os “caçadores de séries” HBO converteu-se numa de suas presas favoritas, possivelmente, junto a Netflix.

O canal não escatima em despesas e cuida ao máximo todas suas produções, algo que esperamos que também suceda com este novo projecto baseado na banda desenhada clássica escrito por Alan Moore e publicado originalmente por DC Comics.

Watchmen

Muito pouco tem sido o que tem trascendido até agora deste novo projecto. Uma das poucas informações que tem sido descoberta é a pessoa na que HBO quer depositar sua confiança para liderar o projecto. Trata-se do director Zack Snyder, um grande conhecedor do mundo da banda desenhada e os superhéroes.

Este director tem assinado filmes como 300 e mais recentemente Man of Steel e a próxima Batman v Superman. Ademais, Snyder já conhece o mundo dos Watchmen já que foi o responsável pelo filme do mesmo nome estreada em 2009. Um filme que nos deixou um sabor agridulce a todos os aficionados à banda desenhada.

Seguramente, dado que falamos de Watchmen, esta série seguirá a estética escura e adulta que tanto parece gostar à gente de DC Comics (como demonstram exemplos como Gotham e que é todo o oposto ao estilo de Marvel bem representado por Marvel Agents of SHIELD) ainda que a trama é um autêntico mistério pelo momento. Não se sabe se em HBO planeam nos mostrar as origens deste particular grupo de superhéroes onde encontramos personagens de grande carisma como Dr. Manhattan,o Comediante, Búho Nocturno ou Espectro de Seda ou se pelo contrário, apostam por um argumento mais fiel à banda desenhada original como já ocorreu com o filme.

Por se alguém não o recorda, o argumento de Watchmen gira meio ao reencuentro destes superhéroes retirados depois do assassinato de um deles.

 

Vikings: de série histórica a série imprescindível

Nos últimos tempos tenho vivido -quanto a televisão refere-se- num mundo Marvel quase constante. Marvel Agents of SHIELD (da que já falei faz um tempo paulomirpuri.wordpress.com/marvelagentsofshield), Agent Carter ou Daredevil são três séries que me estão entreteniendo muito mas entre elas se coló de maneira inesperada uma série que pouco ou nada tem que ver com este universo Marvel: Vikings.

Vikings

Vikings

Vikings é uma série do canal History ambientada no mundo dos vikingos nórdicos e que tratava de ser um fiel reflexo desta cultura. O pretendido enfoque didáctico mantém-se ao longo das três temporadas já emitidas mas o peso de seu trama e a espectaculosidade a nível visual cresce na cada capítulo. Assim, qualquer que como eu se acerque a esta série com a ideia de conhecer mais em profundidade parte da cultura nórdica se vai encontrar uma produção enorme, uma história muito boa e uma partilha de actores com um nível médio muito elevado.

O argumento baseia-se na lendas do vikingo Ragnar Lodbrok, um dos mais famosos heróis nórdicos que chegou a saquear Grã-Bretanha e França. Lodbrok apresenta-se-nos como um guerreiro adiantado a seu tempo, curioso, inovador, ambicioso e rebelde.

Este guerreiro desafia ao chefe tribal de sua comunidade e decide iniciar uma aventura em territórios desconhecidos viajando ao oeste em lugar da o este como sempre faziam os vikingos. Em sua explorações descobre Grã-Bretanha (e posteriormente alguém lhe fala sobre Paris…) onde trata de criar novos assentamentos procurando o bem-estar de sua gente.

A história de Lodbrok compõe-se de diversos acontecimentos onde a épica e as relações humanas: familiares com suas esposas, irmão e filhos bem como sociais bem como com sua habilidade para negociar com os homens mais poderosos dos reinos cristãos.

A evolução da série

Os primeiros capítulos têm um marcado carácter educativo. Permitem-nos aprender muito sobre uma pouco conhecida cultura nórdica e apresenta-nos como viviam os vikingos: seus costumes sociais, suas crenças…Todo isso enquadrado numa produção de alto nível visual e combinado com muitas acção de sangue (e sexo ainda que este não tem tanto peso como em outras séries históricas como Roma ou Spartacus nem muito menos). Mas à medida que avança a trama e sucedem-se os capítulos e as temporadas, esta intenção didáctica se diluye a cada vez mais em enormes batalhas e sequências de acção.

A ambientación, o aspecto visual e as grandes “coreografas” nos combates -especialmente em luta-las corpo a corpo- convertem a Vikings num produto de entretenimento altamente recomendável.

Também gostaria de destacar ao elenco de actores. Travis Fimmel (Ragnar Lodbrok), a guapa Katheryn Winnick (Lagertha) e Clive Standen (Rollo) são três das personagens que mais peso assumem na história e o conseguem fazer com grandes interpretações e conseguindo que suas personagens atinjam importantes quotas de carisma.

A combinação de todos seus elementos consegue um produto final muito redondo e muito conseguido. Para mim tem sido uma das grandes surpresas e tem conseguido que (por um tempo) estacionei a grandes superhéroes de bandas desenhadas e me centre na história destes vikingos.

Cannes: entra na cultura e glamour

Cannes é o lar de um dos principais festivais de cinema, entre os quais se realizam na Europa. Um festival onde a cultura e as partes glamour dos holofotes.

A parte séria de Cannes: Prêmios

Uma história de amor cru em uma situação de extrema violência, estrelado por três imigrantes em um distrito suburbano de Paris foi premiado com a Palma de Ouro no 68º Festival de Cannes. Nós Deephan falar sobre um filme que dedica seu diretor, Jacques Audiard, a elite do cinema europeu.

Jacques Auditard - Deephan

Um filme que foi atingido para que o júri que serviu Audiard para ganhar o cobiçado prêmio. Isso em si foi Hou Hsiao-hsien, que levou o prêmio de Melhor Diretor.

Vincent Lindon (Le loi du marché) recebeu o prêmio de Melhor Ator enquanto Emmanuelle Bercot (Seg roi) e Rooney Mara (Carol) ação prêmio de Melhor Atriz. O resto de prémios foi como se segue:

  • Grande Prêmio do Júri: Filho de Saul, Laszlo Nemes.
  • Prêmio do Júri: A lagosta, Giorgos Lanthimos.
  • House of Gold: A terra e sombra, Cesar Acevedo.
  • Melhor Roteiro: Michel Franco, para crônica.
  • O melhor filme em Un Certain Regard: Hrútar de Grímur Hákonarson.
  • O melhor filme na Quinzena: O abraço da serpente, Ciro Guerra.
  • Semana da Best Film Critics: Paulina, Santiago Mitre.

Cannes: famoso e glamouroso

Mas Cannes não seria Cannes, mas contará com uma lista impressionante de estrelas de Hollywood, modelos e outras celebridades que andam no tapete vermelho. E, claro, entre todas essas estrelas brilhou novamente sobre todas as outras espetacular Charlize Theron. Eu acho que meu carinho por essa mulher é mais do que evidente…

Para todos os detalhes sobre o tapete vermelho você pode visitar os pós Cannes: filme e glamour em paulomirpuri.blogs.sapo.pt.

Charlize Theron Cannes

UFC / MMA: meu novo vicicio

Normalmente, eu uso este blog para discutir a séries ou filmes que vejo, mas eu não posso resistir a falar de um dos passatempos para passar mais tempo ultimamente: as lutas de UFC / MMA. Entre assistir a transmissões combate fins de semana e playoffs da NBA, com certeza, enquanto eu vejo muito pouco TV.

Eu sempre me senti atraído por artes marciais e esportes de contato: Judo, Taekwondo … mas tem sido nos últimos meses, quando eu comecei a seguir a uma concorrência mais intensa. E enquanto nós confessamos, confesso que muitos culpa recai sobre os lutadores como Connor McGreggor, José Aldo, Chris Weidman, Ronda Rousey, Miesha Tate, Joanna Jedrzejczyk ou Paige Van Zant.

Fiquei muito surpreso e agradavelmente o nível das meninas.Ronda Rousey -medallista  olímpica de judo- é incrível no ringue. Como nove seus apertos e chaves … Muito bom. Normal para ser tão popular e procurado: prêmios de esportes, aparições em filmes de Hollywood (Os Mercenários)…

As meninas lutar muito bem e, porque não dizer, são muito atraentes … Há mais para ver uma fotografia de Van Zant, Gina Carano ou Tate. (Mais em meu blog: paulomirpuri.webnode.pt/news/as-meninas-tambem-sabe-lutar/).

Frivolidade lado, este tipo de luta parece muito mais atraente para assistir boxe, por exemplo. Para alguém como eu, que por muitos anos praticado judô e outras artes marciais, lutando ver onde eles combinam tantos estilos é muito bom. O formato dos combates, com apenas três rodadas de cinco minutos de duração, também contribui para as lutas se tornar mais atraente e dinâmica como os lutadores têm pouco tempo para provar seu talento e ganhar.

Portanto, eu estou me engajando ver lutas no UFC eu já estou pensando em encontrar um ginásio onde você pode treinar…

UFC Site Oficial: http://www.ufc.com

Jogos que acordam muito hype (Actualização)

[Actualização]

Batman Arkham Knight“All who follow you”

Os garotos de Warner têm libertado um novo tráiler de Batman Arkham Knight. Um vídeo tão espectacular que me vi obrigado a actualizar esta entrada e o compartilhar.

[Notícia original ]

Desde muito pequeñito tenho sido aficionado aos videojuegos e apesar do passo dos anos, esta actividade é uma das mais recorrentes em meu tempo livre.

Ainda que ultimamente não tenho muito tempo para jogar e tenho um pouco abandonado este hobby em favor das séries ou a leitura (As leituras do Paulo Mirpuri), me presentearam uma PlayStation 4 de Sony e minha paixão se está a revigorar.

Certamente, eu estava disposto a me comprar um bom PC para jogar. Seu maior poder gráfico e os preços dos jogos são dois pontos muito a ter em conta a favor desta plataforma mas com minha nova e flamante PS4 estou mais que contente.

Ademais, já tenho em meu ponto de olha três jogos com os que começar a lhe dar cana a este hardware de Sony: Battlefield: Hardline, Bloodborne e Batman Arkham Knight.

Como digo, ultimamente não tenho tido muito tempo de jogar mas sim que sigo com atenção as novidades deste sector. Youtube e alguns podcast são muito recomendáveis tanto para divertir-se um momento como para se manter informado sobre os novos jogos.

Ao novo Battlefield tenho-lhe muitas vontades. Desfrutei muito com Battlefiled 3 e ainda que sei que a última entrega não tem saído muito bem, eu não me sento condicionado por isso já que não tinha consola onde a jogar.

Aos títulos que sim que joguei e muito, foram Demon’s Souls e os dois Dark Souls de modo que este Bloodborne é compra obrigatória. Encanta-me o estilo de From Software e a estética e jugabilidad que propõem. Para mim, este jogo é um dos mais esperados em muito tempo.

E depois esta Batman. Meu superhéroe favorito. A saga Arkham tem posto a esta personagem onde se merece e não tem nada que invejar à trilogía para o cinema de Nolan. Ademais, tenho a esperança de que o Joker faça acto de presença neste jogo. Seria a guinda perfeita já que, como todo mundo que me conhece sabe, (e senão só tem que jogar a meus perfis sociais), o Joker é meu villano fetiche.

Battlefield: Hardline

Bloodborne

Batman: Arkham Knight

Visita meu canal para ver mais vídeos: Paulo Mirpuri em YouTube ou paulomirpuri.livejournal.com

Black Mirror: uma série de televisão que nos leva ao limite

Black Mirror é uma série diferente por estrutura e concepção.

¿De que vai esta série?

pauloMirpuri_BlackMirror

Black Mirror é uma reelaboración contemporânea britânica de The Twilight Zone com histórias que aproveitam o mal-estar colectivo de nosso mundo moderno.

A cada temporada (estamos na terça) divide-se em três capítulos a cada um com uma história e argumento totalmente diferente e sem nenhum tipo de união entre eles. Bom sim, existe um nexo entre a cada história: a intenção de provocar e retratar uma sociedade dormida e rendida à tecnologia.

Charlie Brooker é o criador desta miniserie que, sem dúvida, consegue o objectivo marcado: impactar ao espectador mostrando a influência que pode chegar a ter numa sociedade a cada vez menos crítica o uso incontrolado das novas tecnologias.

A mim, pessoalmente, Black Mirror me surpreendeu e sento que a cada capítulo mais que uns minutos de televisão (entre 45 e 60 minutos dura a cada capítulo) é como um puñetazo à cara. As histórias contadas são muito fortes e, sem dúvida, conseguem que o espectador se meta de cheio nela e fomenta o debate interno com um mesmo (o con quien se vea cada capítulo).

A modo de episódio, vou contar o argumento (olho, só o argumento sem nenhum spoiler) do primeiro capítulo que, sem dúvida, é um dos mais fortes das duas primeiras temporadas.

Um telefonema de telefone acorda ao premiê britânico: a princesa Susannahh, a integrante mais popular da Família Real, tem sido sequestrada.  Os sequestradores advertem num vídeo pendurado em Youtube que a princesa só será libertada se o premiê acede a manter relações sexuais numa emissão televisiva ao vivo com um porco.

O resto do capítulo mostra a reacção tanto do governo como dos cidadãos ante esta situação limite.

Dificilmente, uma história deste tipo pode deixar indiferente a ninguém. E aí precisamente reside o encanto de Black Mirror: faz-te pensar “¿que faria eu se estivesse aí?”.

Esta série não é apta para pessoas sensíveis mas se és dos que procura algo que lhe faça pensar ou uma série que rompa com todos os esquemas e preconceitos que possas ter, não o duvides, vais desfrutar muito a cada uma das histórias que se nos conta nesta distópica Black Mirror.